sexta-feira, 26 de novembro de 2010

O BECO SEM-SAIDA

"A dicção da poesia de Carneiro segue essa linha, explorada por muitos poetas dessa geração (principalmente no contexto carioca) entre o extremamente coloquial, o humor e certo tom “tropicalista”, que bem fala de sua proximidade com a MPB e com a produção cultural de modo mais amplo. Esse tom “pop”, leve e bem-humorado pode ser sentido logo na primeira frase de sua introdução ao volume: “Nunca pensei que chegaria à idade dos poemas reunidos”, indicando quanto essa poesia se alimenta de uma ironia pessoana, que ri de si mesma e da precariedade da vida, encontrando, quem sabe aí, uma saída possível."




               O beco sem saída.  É isso?  Poesia...  não tem saída?  Qual saída?  De que se está falando?


                Cultura - romance de formação:  ou seja, vc pode ser enganado, é ficção.  Mentiram pra vc.  


             Há muitos tipos de ficção, há o engano e há literatura, o humor, a vida.   A ficcionalidade se extende a toda a cultura, que é uma ficção, e há a ações humanas como o engano e a crítica da ficção.  Não há contradição nisso, é assim mesmo.  A cultura está em nosso pensamento ou na nossa "cabeça", de cada um, a sua maneira, e um fala com o outro ou se lê um livro ou vê-se um novela... etc...  Não dá pra ficar sem ficção, há isto tb. 


              

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

RETRATOS DA ATUALIDADE


Deutsche Welle leva você e um acompanhante para assistir à inauguração da exposição de Alex Flemming no Rio de Janeiro

 
Alex Flemming é um dos artistas plásticos brasileiros mais renomados no exterior. Nasci


           A expressão (de pessoas) do nosso tempo.  - Retratos de hj, documento que já fala por si!

A GUERRA DO DOLAR - UMA ANÁLISE CRÍTICA

      A guerra do dolar coloca o estado irlandês tendo de se defender... se deixar a dívida só cresce.  Mesmo que tenha sido uma explosão de crédito e financiamento em bolha de bancos privados é o estado e a sociedade quem, agora, tem de se ajustar à pressão da crise econômica. O mundo é de todos.
      E, talves, a política da liquides/dolar baixo seja melhor que outra [para a e4conomia mundial]. É o sistema, digo para quem quer pensar a coisa ou entender o meu ponto de vista. Aí, há um responsabilidade de cada um que é, ao mesmo tempo, compartilhada com os outros.
       A política, que muda isso, é a da distribuição de renda, melhoria da qualidade de vida (o IDH norte-americano é o 5o do mundo!!!!)  e cresci,mento local com nossa independência e autonomia.(Dá pra compreender os dois - a independência - e a autonomia para gerir/escolher).

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Despejando

vou ter de apagar o que escrevi ontem no docs porque sinto que não vai me fazer bem... me foi dada dica pra não ter escrito lá.  ficará anotado só pra mim, por enquanto.

Tristeza tristesa tristesa.....       é uma luta!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

tô Neruda


Não te quero senão porque te quero,
e de querer-te a não te querer chego,
e de esperar-te quando não te espero,
passa o meu coração do frio ao fogo.
Quero-te só porque a ti te quero,
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,
e a medida do meu amor viajante,
é não te ver e amar-te,
como um cego.

Tal vez consumirá a luz de Janeiro,
seu raio cruel meu coração inteiro,
roubando-me a chave do sossego,
nesta história só eu me morro,
e morrerei de amor porque te quero,
porque te quero amor,
a sangue e fogo.
Pablo Neruda
não tenho muito a dizer   só ouvirassim ouço o fogo dos pássarosa garganta enlouquecidaos lentos passos da noitea insatisfação do diapra que pensar no tempo? o temponão existepra que pensar na vida? a vidanão existeporque calarquando o sonho é cantar?eu vivie morrie renascicomo folha mortaque o vento leva a águatudo voltou em sivaleu a pena?nem o poeta sabe!não tem medida   é grande ou pequeno  muito e nada
queria viver para sempre   assim me sinto agoratalves, então, valesse a penaseríamos eternosmas em vãosó existe o instanteou vivemos agoraou nadapassoue nada ficará para sempretudo acaba e nada ficaentão, sonhasonhar é melhordo que estar acordadavai passar mesmo, já passou
nem tão efemeroainda estou escrevendo este poema
a gente faz uns laçosque duram tempos e tempos e tempos